Paremos e pensemos
Publicado segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 | Por: Hélio Bernardo Lopes
Passada que foi a assinatura do tristemente célebre acordo de uma suposta concertação social, mas que mereceu de todo o patronato e direita política os melhores encómios, eis que nos surgiram as mais recentes palavras de João Proença, logo seguidas do frontal desmentido da CGTP. De molde que fica a pergunta: qual a verdadeira realidade?
Ora, neste caso, é razoavelmente simples perceber o que deverá ter-se passado, porque se a CGTP tivesse realmente solicitado o que a UGT agora veio denunciar, bom, tudo teria sido, pois, um acordo envolvendo segredo entre as duas estruturas sindicais, não havendo lugar para vir agora contar a suposta realidade!
Além do mais, se assim tivesse sido, no mínimo, a UGT teria sido cúmplice da proposta feita pela CGTP.
Porque se achava que tal proposta era moralmente inaceitável, teria tido a reunião para, publicamente, expor o que agora nos veio dizer. Ou seja, é baixíssima a probabilidade de que tal combinata tenha tido lugar.
Hoje, já de um modo indubitável, o que se percebe com clareza é o que os trabalhadores portugueses por conta de um qualquer patrão vão sofrer no futuro. Uma realidade ontem mesmo explicada, e de um claríssimo modo, por José Pacheco Pereira no Política Mesmo: o que aí vem, na peugada deste acordo, é um desastre social simplesmente nunca imaginado.
Claro está que os dirigentes da UGT perceberam já isto mesmo, ou seja, que a sua cedência foi claramente identificada, tendo saído por debaixo da História do Sindicalismo em Portugal. Até Torres Couto e um dos sindicatos da UGT se aperceberam do que teve lugar. É um tema sobre que se impõe dominar, minimamente que seja, as Teorias dos Jogos e da Decisão, para mais numa sociedade (ainda) aberta, com uma população que sabe ao que anda.
Por fim, uma nota: Maria Flor Pedroso, com aquele seu sorriso, continua a emprestar ao programa um significado que sempre ficaria mais limitado se não estivesse presente. Na vida de todos nós existem História e estórias…
Ora, neste caso, é razoavelmente simples perceber o que deverá ter-se passado, porque se a CGTP tivesse realmente solicitado o que a UGT agora veio denunciar, bom, tudo teria sido, pois, um acordo envolvendo segredo entre as duas estruturas sindicais, não havendo lugar para vir agora contar a suposta realidade!
Além do mais, se assim tivesse sido, no mínimo, a UGT teria sido cúmplice da proposta feita pela CGTP.
Porque se achava que tal proposta era moralmente inaceitável, teria tido a reunião para, publicamente, expor o que agora nos veio dizer. Ou seja, é baixíssima a probabilidade de que tal combinata tenha tido lugar.
Hoje, já de um modo indubitável, o que se percebe com clareza é o que os trabalhadores portugueses por conta de um qualquer patrão vão sofrer no futuro. Uma realidade ontem mesmo explicada, e de um claríssimo modo, por José Pacheco Pereira no Política Mesmo: o que aí vem, na peugada deste acordo, é um desastre social simplesmente nunca imaginado.
Claro está que os dirigentes da UGT perceberam já isto mesmo, ou seja, que a sua cedência foi claramente identificada, tendo saído por debaixo da História do Sindicalismo em Portugal. Até Torres Couto e um dos sindicatos da UGT se aperceberam do que teve lugar. É um tema sobre que se impõe dominar, minimamente que seja, as Teorias dos Jogos e da Decisão, para mais numa sociedade (ainda) aberta, com uma população que sabe ao que anda.
Por fim, uma nota: Maria Flor Pedroso, com aquele seu sorriso, continua a emprestar ao programa um significado que sempre ficaria mais limitado se não estivesse presente. Na vida de todos nós existem História e estórias…

Enviar um comentário